Desde 2004, a República Popular da China é na opinião de consultores, uma excelente oportunidade para as redes de franchising com a abertura da actividade comercial a operadores internacionais.
Segundo Albert Keidel, economista do Instituto Carnegie Endownent for International Peace, a China será em 2035 a maior economia do mundo, ultrapassando os EUA.
A crescer na ordem dos 10% desde 2000, a China deverá manter a performance graças à procura interna. Depois de nos últimos 20 anos ter assente o seu desenvolvimento no papel de ‘fábrica’ do mundo, a China apresenta um enorme potencial de mercado com o aumento de uma classe média com poder de compra.
Muitos acreditam que a China irá superar igualmente os EUA no consumo. Segundo, Eduardo Morcillo, director para Espanha da InterChina Consulting, a China já é o terceiro maior consumidor de produtos de luxo, devendo ultrapassar o Japão em 2015.
Para este consultor, o mercado chinês apresenta uma excelente oportunidade para o retalho e para o franchising nos próximos cinco anos. Após este período, Eduardo Morcillo acredita que as ‘portas se fecharão’ à semelhança do que tem acontecido com algumas indústrias que no período ‘fábrica’ foram úteis para o desenvolvimento do país, mas actualmente já não são viáveis.
Reconhecendo todavia que apesar da dimensão do país, o crescimento chinês está muito concentrado nas regiões costeiras e abrangendo as cidades de Baijing, Shangai, Shenzhen e Guangzhou, que concentram 41% da população e 78% do rendimento disponível.
Fonte: Negócios & Franchising